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Quem é Márcio Alexandre

Márcio Alexandre passou a infância na Ilha dos Valadares, na cidade de Paranaguá, Paraná, Brasil. O contacto com a natureza, com o mar e com a terra iria contribuir futuramente nas artes plásticas, artesanato e na literatura. Desde muito cedo desenvolveu uma paixão desmedida pela leitura e todo dinheiro que conseguia era para comprar livros e revistas e, como o seu pai era músico, aos 9 anos já tocava cavaquinho, violão e aos quinze iniciou os estudos de piano.

Aos dez anos, começou a escrever as primeiras poesias, e criou a primeira ficção, pequenos contos sobre Quitim, um super-herói onde a fonte do seu poder estava num anel. No sexto ano, resolveu participar de um concurso de redação, e a professora de português após um rápida leitura disse que não foi ele quem escreveu. A sua insistência não resultou, deixando de participar do concurso e também da escrita por muito tempo.

Começou a pender para o lado das artes plásticas, ganhou o primeiro salão que participou com 17 anos. Depois foi galardoado com vários outros prémios, até mesmo em nível nacional no Brasil.

Casou-se aos 23 e da Ilha dos Valadares partiu para Curitiba e cinco anos mais tarde para Londres. No regresso à Paranaguá, nasceu o seu primeiro filho e Márcio Alexandre ingressou no artesanato local e criou várias peças que por muito tempo representaram a Ilha dos Valadares e é claro, a cidade de Paranaguá – Paraná nas feiras de Turismo em várias localidades do Brasil.

No regresso à Europa, desta vez para Portugal, onde vive atualmente, Márcio lançou o seu primeiro livro em 2010. Até então não tinha noção do mercado editorial, quis apenas desengavetá-lo. O livro é fruto de muitas pesquisas, ficou intrigado com um povo que habitou o Brasil antes de Cabral, chamados de Sambaquianos, estudou-os exaustivamente, foi aos sítios arqueológicos, comprou vários livros e depois ficou fascinado com as ideias de Ludwig Schwennhagen e Bernardo de Azevedo da Silva Ramos acerca da presença dos fenícios no Brasil e também sobre os Cónios, antigo povo que habitou o Algarve.

Foi então que resolveu escrever esta primeira ficção, numa linguagem suave, trama envolvente, numa narrativa simples e descomplicada, um romance que tem como fundo o encontro de vários povos extintos e que foi traduzido para o inglês em 2013. A repercussão do livro foi surpreendente, foi convidado para lançar o livro em vários pontos em Portugal e Espanha, mas não conseguiu sair da Europa por causa do trabalho.  Em 2010 participou do Otoño Cultural Iberoamericano em Espanha com escritores de vários países, onde conheceu o escritor António Miranda, ex-diretor da Biblioteca Nacional de Brasília que lhe deu boas indicações de livros e cursos para melhorar a escrita.

Márcio Alexandre vive atualmente no concelho de Faro, em Portugal juntamente com a família.